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7.10.06É Morto2.10.06Óbvio
É óbvio.
O telefone não toca. A mão não acaricia. A carícia não afaga. É óbvio. A distância não encurta, Escorre lentamente em espera: A noite acaba. É óbvio. Em outros mares, outros bares, Em outros ventos, passos lentos Se encontram em melodia. É óbvio. Não é preciso dizer palavra, Pois não é sorriso, não é beijo, Não é abraço, não é preciso. É óbvio. As apostas se encerram, A última mão se cai. Não foi desta vez. |
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